domingo, 10 de dezembro de 2017

Não sei o que fazer da minha vida? Solução

Não sei o que fazer da minha vida? Solução

Não sei o que fazer da minha vida? Solução
Não sei o que fazer da minha vida, o que eu faço?

Não sei o que fazer da minha vida, o que eu faço?

Não saber o que fazer da vida é algo que acontece com você? Chega em determinado horário, dentro de determinados dias e esse sentimento bate em você? De dúvida ou de estar sem referências sobre qual caminho tomar? Siga esses passos!

Primeira etapa para a solução do "Não sei o que fazer da minha vida"

Defina em relação ao que você não sabe o que fazer, exemplo:

- Não sei o que fazer da vida em relação ao meu emprego
- Não sei o que fazer da vida em relação ao meu namoro
- Não sei o que fazer da vida em relação ao meu estar relacionado com conjugue.

Definindo essas etapas, você pode até usar o metamodelo para compreender mais sobre isso.

Segunda etapa para a solução do "Não sei o que fazer da minha vida"

Agora que você já possui as respostas para essa grande afirmação generalizada, perceba que a afirmação pode ter relação a algum impedimento. Exemplo:

  • Não sei o que fazer da vida em relação ao meu emprego por ganhar pouco (O que te impede de ganhar mais)
  • Não sei o que fazer da vida em relação ao meu relacionamento (Algo esta te impedindo de conhecer outra pessoa ou melhorar o mesmo?)
  • Não sei o que fazer em relação ao vício x (O que me impede de larga-lo?)
Descobrindo com o que esta relacionado, ou seja, podendo ser uma crença de impedimento, tudo que você precisa é dissolve-la e instalar uma no lugar.

Terceira etapa e última para o "Não sei o que fazer da minha vida"

Agora é o principal, as etapas anteriores eram apenas para identificar e especificar o problema com os seus possíveis impedimentos, descobrir a real intenção ou, a "causa" real do seu impedimento.

Agora pegue um papel, escreva o impedimento ou a causa, essa causa será a crença que firma o seu mal estar, esse pensamento que você acabou de escrever, é o que faz você estar como esta.

Finalmente, lendo o que você escreveu, se pergunte, o que e o por que disso, se questione a quem isso é real, pense em um modelo de pessoa que você pressupõe ter sucesso nessa área, modelo-o, ou melhor ainda, lembre de todas as situações cujo você fez o contrário (lembre de uma a uma respondendo a sua crença) afirme a crença e pense no modelo que a contrária.

Com isso, perceba que provavelmente, o que te impedia já não esta aqui e agora com você e você pode tomar os novos passos para finalmente largar de vez o impedimento.

Nota:  Esse processo é simples, já foi usado com alguns clientes com sucesso, isso é uma relação complexa, pois, envolve crenças. Como todo procedimento depende do problema e do cliente, não custa nada você tentar fazer isso.

Alguns exemplos reais que foi resolvido: Um rapaz pensava que não sabia o que fazer da própria vida, pois, ele estava ficando velho mas não conseguia encontrar garotas para conhecer (perceba o impedimento na palavra conseguia). Na verdade ele conhecia muitas garotas e tem muitas oportunidades de conhecê-las, a questão era que quando mais jovem, ele havia namorado pela primeira vez uma mulher que o enganou diversas vezes, com o tempo esse medo de acontecer novamente se "esqueceu" mas o comportamento de prevenção continuou.
Uma mulher que afirmava não saber o que fazer do seu trabalho. A mesma veio até mim afirmando estar perdida no seu trabalho e não sabia como aumentar a renda, sendo que ela tinha muitos clientes e sabia aonde encontrá-los, a questão era que ela tinha uma "sabedoria" dos pais nunca fazerem o que gostavam e sempre reclamarem, nisso, ela criou a equivalência complexa que "Se ganha dinheiro com muito trabalho e com desgosto".

E você? Isso o ajudou?

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Cabalá e a PNL

Cabalá e a PNL

Cabalá e a PNL


Cabalá e a PNL

Como sou uma pessoa curiosa, praticante de PNL, em busca sobre várias explicações e métodos de excelência no mundo, conheci a pouco tempo a cabalá! 
Conheci a cabalá em uma livraria que sempre vou e vi o simbolo acima em uma capa de livro, curioso da mesma comecei a folhear o livro e ler sobre ela e digo, a cabalá e a PNL tem muitos ensinamentos em comum!



Cabalá ou PNL?

Como sabemos a pnl, ou seja, a programação neurolinguistica é uma maneira de se modelar as pessoas e  mudar essas modelagens. Logo, usando o metamodelo pude perceber apenas semelhanças entre a cabalá e alguns princípios da neurolinguística.

Surgimento da Cabalá

Segundo o Rabino Shamai Ende, a cabalá foi um ensinamento dado a Abraão por Yehowáh (Jeova, elohim ou Deus nos dias atuais), e com isso abraão formulou a mesma para se obter um processo de melhoramento continuo do ser e do espírito.

A cabalá hoje tem seus vários interpletes, ou seja, pessoas que impõe um significado a ela, sendo estes astrológicos, numéricos e até mesmo significados mágicos. Mas tudo isso acaba tomando outros sentidos quando ouvidos por um neurolinguísta e praticante do metamodelo.

O que é a Cabalá? 

A Cabalá seria uma explicação não generalizada, mas, específica de como nós funcionamos e do que nos influencia.

Níveis Neurológicos e a Cabalá

Os níveis neurológicos são níveis estabelecidos por Robert D.Dillts para relacionar o mundo e a nossa mente, sendo que cada nível acima influência um abaixo, sendo que ambos a todo momento se retroalimentam. Logo para uma mudança, é necessário alterar algo em um nível acima.

Os níveis neurológicos foram uma adaptação dos níveis lógicos elaborados por Gregory Bateson e o filósofo Bertrand Russell.



Se compararmos os níveis neurológicos e a cabalá veremos muito, mas muitas semelhanças, a diferença é que a Cabalá possui o que é chamado de "consciência" ou seja, em determinado nível se pode escolher para qual lado (esféra) seguir com a consciência.
Se você estudar a cabalá verá que suas ligações se dão exatamente como os níveis neurológicos, mas ela lhe da uma visão mais completa dos mesmos e suas ligações.

Vou deixar para vocês uma palestra do Rabino Shamai Ende, percebam nas histórias dele o que ele diz sobre "resolver problemas" e as submodalidades contidas nas frases, eis uma parte:

O rabino relata uma história de um empresário que precisando pagar suas contas e resolver problemas decidiu pegar um avião, e com isso ele percebeu que cada vez que o avião subia, subia, subia, ele via a sua cidade menor, menor e menor até que o mesmo viu a sua cidade tão pequena como uma bolinha e isso se relacionou ao seu problema, depois disso, ele não sofreu mais por eles, pois os via pequenos demais.

O Rabino dá até um exemplo prático de um ponto preto em sua palestra, o mesmo diz que se você ver muito perto o ponto ficará enorme mas se você o afastar, irá ver o mundo (a folha em branco) ao seu redor.

Será que isso não seria uma estratégia ensinada na pnl? Na minha visão, sim, é! Porém sem os nomes e jargões da pnl.

Não sou praticante da Cabalá, nem mesmo sei tudo sobre ela, mas que isso foi coincidência, foi!
É apenas um comentário sobre minha percepção, segue a palestra abaixo para vocês verem o mesmo:




Ressignificação

Veja na palestra que o Rabino conta vários exemplos de ressignificação. Ouso afirmar que na palestra toda ele ressignifica os problemas das pessoas como uma solução ou prevenção para algo melhor.
Um exemplo de ressignificação é o mesmo afirmando dos atentados terroristas do 11 de setembro:
Ele conta como uma pessoa perdeu essa viagem e mais tarde descobriu que havia sido salvo de uma tragédia.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O que lhe impede de ter dinheiro?

O que lhe impede de ter dinheiro?

O que lhe impede de ter dinheiro?

O que lhe impede de ter/ganhar dinheiro?

Vocês já pensaram nisso? O problema é que na maioria das vezes, nem mesmo percebemos o que é que esta impedindo e com isso a resposta é um "Não sei". Se você não sabe, como sabe que algo esta lhe impedindo? Com isso você poderia descobrir o processo... Mas, o que podemos fazer são outras perguntas que nos dariam respostas mais fáceis e rápidas, como por exemplo:

Quando você não teve dinheiro? Quando você começou um negócio e parou ele?Com a resposta, você segmenta mais ainda a pergunta, o que aconteceu especificamente durante o trajeto até você desistir?

Vou dar um exemplo, uma cozinheira de mão cheia, que fazia bolos incríveis veio até mim, queixando-se que seus negócios nunca rendiam, apesar de ser muito boa em cozinhar bolos e outras guloseimas, dizia ela que não entendia, pois, no final do mês, o dinheiro simplesmente não aparecia, logo, ela se sentia com "o mundo" nas costas, e assim, acabava desanimando-se e desistindo.

Algo estava errado, a história estava muito incompleta e distorcida, pois, as causas não estavam especificadas, logo, ao invés de metamodelar, comecei a conversar com ela para ela me contar associadamente sobre seus dias aonde trabalha.

Ela me disse que aonde ela trabalhava, era em uma casa aonde vários parentes iam, e os filhos desses parentes, sempre pegavam os bolos, tortas e algo que ela fazia, logo, como eram crianças e ela não via crianças como algum problema, deixava eles pegarem e a mesma não percebia que isso acabava com o seu lucro.

Crenças inconscientes

Quando falamos de crenças inconscientes, não dizemos que ela esta em uma parte do cérebro inacessivel, apenas dizemos que virou um mapa automático, ou seja, cordenadas já feitas e repetidas para você seguir, logo, quase nunca paramos para reparar nela, pois, elas são o chão que andamos por cima procurando o que esta errado no caminho.

Logo, descobri que essa mulher também tinha crenças relacionadas a causa e efeito com sua religião, para ela, seguir sua religião era o mais maravilhoso, e sua religião punia os ricos, logo, se ela fosse rica, ela seria punida, algo que ela não queria, porém, ela nunca parou para pensar nisso.

A questão era que ela, não se permitia dizer não para crianças, logo, eu apenas tinha que fazer ela mudar sua representação para se permitir dizer não e agir com isso.

O principal foi mudar sua percepção sobre os seus sobrinhos pegarem seus produtos, antes ela achava um absurdo negar algo a uma criança, hoje, com a nova crença, ela entende que, ela não pode oferecer algo, se ela não tem como bancar, eu simplesmente troquei a crença "Não se pode negar algo a uma criança", para, "Você deve ganhar muito para poder dar algo a alguém" - Com todas as representações necessárias para que ela compreende-se essa crença para ela.

Foi um trabalho  rápido, e hoje, ele tem demonstrado resultados bem interessantes.

Desejo que com o exemplo dessa história, vocês resolvam essas permissões com vocês.

Em poucos dias colocarei o melhor exercício para crenças, fiquem ligados!




sábado, 17 de setembro de 2016

O tempo apenas potencializa ou atenua o que é para ser

O tempo apenas potencializa ou atenua o que é para ser

O tempo apenas potencializa ou atenua o que é para ser

Todos nós já ouvimos alguém falar "se é para ser, será!", na verdade, o que em sua estrutura profunda a pessoa está dizendo é: "O tempo só irá ampliar as diferenças produtivas e improdutivas", ou seja, os seus "bons" e os seus "mals" irão apenas se destacar, isso é uma verdade desde quando o mundo existe.

Um exemplo bom disso é nos negócios, alguém que fale: "Vou abrir um empreendimento", você saberá se a pessoa tem sucesso ou não depois do tempo, se o sucesso está na pessoa, se o empreendimento é um sucesso, a pessoa será um sucesso.

Logo, é interessante usarmos o tempo como feedback, tanto que em mudanças de crenças, o feedback que pedimos para que nosso cliente preste atenção, seja o tempo passado e as suas ações nesse tempo.
Com isso, devemos sempre ter em mente isso e comparar o passado com nossos objetivos não concretizados.

Em 2014, atendi um cliente cujo sempre dizia que iria ter projetos grandes, um sucesso imenso, ele vendia a imagem tão bem que eu pensava que o mesmo poderia ser vendedor, pois, ele lhe vendia uma ideia com todos sentidos muito bem exagerada, o problema foi que, mesmo com o seu sonho e vontade, ele já tinha 34 anos e até hoje não tinha feito nenhuma de suas ideias, ele imaginava-as, deliciava-se nelas, disfrutava ao máximo o desenrolar de seu filme como se elas já tivessem acontecido, e com isso, desanimava-se, logo, deixava os "projetos incríveis" de lado.


Esse foi um exemplo muito claro sobre como o tempo só amplia nossas características, por tanto, o que você fará agora e mais tarde, com o seu tempo?

O modelo de mundo que é muito útil aprendermos, é, instalar a persistência com nossa saúde, ganhar e juntar dinheiro e ser persistênte em conquistas pessoais, o que provávelmente, ganhar e juntar dinheiro, ter saúde irão lhe ajudar.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Experiências reais e aplicações do metamodelo

Experiências reais e aplicações do metamodelo


Você verá agora experiências reais e aplicações do metamodelo.
Os diálogos abaixo tiveram nomes e alguns casos alterados para preservar a identidade e o comportamento do individuo. Eu realizei todas as sessões abaixo, os trechos são especificamente cujo usei o metamodelo.

Metamodelo em limitações com o peso e mulheres

Fernando foi era meu coachee, estavamos na terceira sessão, ele havia ido até mim pela sua empresa, mas com queixas de saúde e problemas em conquistar uma mulher.
Fernando: Eu tenho um problema...
Eu: Problema sobre o que?
Fernando: Eu tenho um problema com as mulheres, nenhuma se interessa por mim.
Eu: Qual interesse?
Fernando: Nenhuma mulher, ah, você sabe (risos), nenhuma quer me beijar ou ir para a cama comigo.
Eu: Como você sabe?
Fernando: Bom, nenhuma vai ue.
Eu: Você convidou alguma?
Fernando: Sim, da pra saber.
Eu: Como você sabe que ela saberia?
Fernando: Bom, toda mulher sabe!
Eu: Toda? Você perguntou para alguma se elas sabiam?
Fernando: Não.. Mas uai, tem que saber!
Eu: Como ela tem que saber, se você nem mesmo deixou claro?
Fernando: Bom... É... mas a questão não é essa, é que eu não consigo leva-las para a cama.
Eu: O que esta te impedindo?
Fernando: Eu sou feio e gordo.
Eu: Como você sabe disso? Todas pessoas do mundo lhe chamaram de feio e gordo?
Fernando: Não né, mas eu sei que sou.
Eu: Você pensa isso, ou alguém ja lhe disse?
Fernando: Ninguém precisa me falar, eu já sei!
Eu: Ok, o que aconteceria se você pergunta-se a alguém?
Fernando: Não sei..
Eu: Se não sabe, como você pode afirmar que é feio e que todos te acham gordo?
Fernando: ......
Eu: Você conhece alguém que tem o mesmo biotipo atual que o seu e fica com muitas mulheres?
Fernando: Sim
Eu: Então, o que te impede de ficar com mulheres já que essa pessoa fica?
Fernando: bom....... não sei...
Eu: Se você não sabe, como pode ter certeza que não consegue ficar?
Fernando: Bom, não sei, to confuso agora.
Eu: Então, se você conversar com uma mulher, o que você faria para sair com ela e o que falaria?
Fernando: (Pensando)
Eu: Então, agora, me diga, quando você ver uma mulher que o interesse, o que você fara?
Fernando: Irei conversar com ela, e fazer um convite para sair comigo.

Se passaram 3 dias, e fernando havia conversado com 6 mulheres, 2 naquele mesmo dia após a sessão, uma no ponto de onibus e outra dentro do onibus. A questão era que fernando tinha uma crença sobre si mesmo limitadora, cujo foi destruida com o metamodelo, todo problema na verdade era o que ele pensava sobre si mesmo e suas capacidades. Sabendo usar o metamodelo, você pode ir aonde desejar, basta saber o que perguntar em qual momento.


Perguntas do metamodelo

Perguntas do metamodelo


O metamodelo consiste uma análise da linguagem do paciente e a percepção de padrões que limitam o mesmo. Ele é usado para remover impedimentos, limitações,  melhorar o que já está bom e em outras palavras: Expandir seu modelo de mundo usando as perguntas elaboradas.

As perguntas do metamodelo não são feitas pelo acaso ou por um "sorteio" de cartas. São perguntas realizadas dentro de um contexto e com um objetivo, é preciso treinar, treinar e treinar para saber quando se deve usar uma pergunta e quando não se deve.

Sabendo identificar cada processo (GED) do metamodelo, temos algumas perguntas que usamos:

Generalização:

Generalizações são tudo aquilo que expressamos em quantidade, quando aumentamos, expandimos.
Uma mulher foi em uma festa, curtiu a noite toda, no final da festa derramaram vinho em seu vestido, logo ela afirma essa festa foi horrível.

Quantificadores universais

  • São os 'sempre', 'nunca', 'sou', 'é', 'todos'. São palavras que generalizão uma quantidade, muitos. Exemplo: Todas as pessoas me olham torto.
  • Para desafiar esse quantificador universal, todas as pessoas você tem o objetivo de especificar a quem ou quais pessoas o seu cliente diz, isso se faz perguntando uma contradição: "Puxa, todas pessoas? Até eu que sou seu terapeuta?" "UAU, então quer dizer que TODO o MUNDO para de agir para olhar para você?".
    A ideia é que o cliente perceba a generalização que ele faz e especifique a quem ou a qual momento ele se refere.
Exagerar a declaração do cliente pode ser uma boa desde que você esteja em rapport com ele, se você não sabe se pode exagerar a declaração dele, não exagere e siga as perguntas a 'risca'.

Operador modal de necessidade

  • São expressados com palavras de necessidade: devo, preciso, é necessário.
  • Para desafiar e expandir o modelo de mundo do cliente ou o seu, pergunte a consequência da ação ou procure um contra exemplo.
    Exemplo: "Eu preciso terminar esse trabalho até amanhã!" Você pode responder: "O que aconteceria se você não termina-se?" ou "Já aconteceu alguma vez que você termina-se depois o trabalho e você fica-se bem e seguro?"
  • O objetivo é o cliente declarar a consequência da sua ação ou inação e ele rever o exagero da declaração, assim ele poderá descobrir o que ele não "processava" em sua mente com a experiência.
  • Sempre haverá impedimentos, mesmo que o cliente não declare verbalmente, ele estará declarando o problema pela linguagem corporal. Cabe a você que é terapeuta ou coach, saber identificar quando o cliente está sendo coerente e quando há uma incoerência.

Operador modal de possibilidade

  • São expressado com palavras de impossibilidade ou possibilidade, como: posso, não posso, sou impedido, capaz, incapaz, possível, impossível, consigo, não consigo etc...
  • O objetivo é identificar a causa e o problema. Fazer com que o seu cliente imagine-se na possibilidade.
    Exemplo: "Eu não consigo aprender inglês", e você lhe pergunta "O que te impede de aprender inglês?", "O que aconteceria se você estiver aprendendo inglês?", "Imagine como seria se você estivesse aprendendo inglês".
  • Isso faz com que o cliente imagine uma experiência que não havia colocado em sua mente, o que liberta ele. O objetivo é dar a nova possibilidade e continuar o caminho por ela.
  • Uma metáfora boa para definir isso é como se você abri-se uma porta para o seu cliente, mas ele nunca quis ir ver se ela realmente estava trancada, apenas não girou a maçaneta.

Eliminação

Eliminação é remover a ação da experiência ou o autor da ação.
A casa foi construída. É mesmo? Por quem?
Roubaram la em casa. Como roubaram e por onde? 

Omissão Simples

  • Em uma omissão simples, o substantivo ou processo foi omitido da frase.
    Exemplo: Fizeram maldades.
    Quem fez as maldades e o que especificamente é a maldade?
  • O objetivo é você especificar toda a frase.
  • Uma dica muito boa para omissão simples é: imagine a cena apenas com o que o cliente diz, com isso, você irá precisar perguntar mais detalhes para completar o filme.
  • Jamais complete ou ache que já sabe o que o cliente pensa ou relata, fazer isso não é metamodelar, pois, o metamodelo é diferente de suposição e interpletação!

Omissão comparativa

  • Uma comparação é feita, mas não se define o que ou a quem esta se comparando.
  • Exemplo: "Eu fui péssimo naquela entrevista".
    Solução: "Você foi péssimo comparado a quem?".
  • O objetivo da omissão comparativa é recuperar com quem a comparação esta sendo feita, as vezes a pessoa esta se comparando com algo irreal.
  • Um exemplo é os jovens que querem ser ricos mas ficam frustrados quando recebem os primeiros R$100,00.
  • Tudo não passa da comparação da sua cabeça. Quando temos boas comparações, somos motivados.

Execução perdida ou julgamento

  • Sempre que alguém fala palavras terminando em "mente", provavelmente, necessariamente, incrivelmente, logicamente etc..
  • Exemplo: "Obviamente que ele está errado".
  • Solução: conteste a pessoa com a pergunta - "Para quem está obvio e e que especificamente esta errado?". 
  • O objetivo é recuperar a comparação e julgamento que a pessoa faz em sua cabeça.
  • É necessário perguntar para quem a ação esta obvia e quais critérios ele leva em consideração.
  • Assim você pode compreender como o seu cliente ou outra pessoa pensa, com quais critérios ela baseia a sua ação.

Índice referencial não especificado

  • Alguma coisa aconteceu, mas não esta claro quem a fez nem quem foi afetado pela ação.
  • Exemplo: "Os erros cometidos provocaram danos irreparáveis aos cofres públicos".
  • Solução: "que erros foram cometidos e por quem? A quem foi cometido danos e quais?".
  • O objetivo é saber de quem foi a ação e quem foi afetado por ela.
  • Os jornais adoram usar a falta de índice referencial em suas matérias.

Verbo não especificado

  • Algo foi feito mas não esta óbvio como foi feito
  • Exemplo: "Eu comprei o carro novo"
  • Solução: "Como especificamente você comprou o carro?"
  • Objetivo, saber o processo que a pessoa irá realizar ou realizou para alcançar o objetivo.

Distorção

Distorção é mudar o significado real ou dar um significado para a experiência, sendo ele útil ou não.
Distorcer algo é produtivo, pois, quando lembramos do nosso dia em minutos, estamos distorcendo o tempo que vivemos para poucos minutos, mas também pode ser terrível: generalizar uma festa inteira por causa de um momento ruim.

Equivalências complexas

  • Equivalências complexas são quando dois fatos avulsos são ligados pela mente da pessoa.
  • Exemplo: "Eu não tenho dinheiro, sou um fracasso!"
  • Solução: pergunte ao cliente - Exatamente como não estar tendo dinheiro faz de você ser um fracasso?" Ou então ache um contra exemplo, "Você conhece alguém que é um sucesso independente do dinheiro que ela está ganhando?"
  • O objetivo é procurar um contra exemplo para a pessoa rever sua afirmação removendo os fatos avulsos.
  • Um outro exemplo é: "Não vou falar  com ele para não chateá-lo".
    Como o fato de você falar com ele vai chateá-lo? Você tem um rádio que prevê as emoções dele?

Nominalização

  • Nominalização são afirmações que transformam um processo em algo estático, ou seja, transforma um verbo em um substantivo.
  • Exemplo: "Eu tenho muitas frustrações em meu relacionamento"
  • Solução: "O que especificamente esta lhe frustrando você em seu relacionamento?
  • Transforme o substantivo em um verbo para a pessoa retomar o processo que corre e resulta em frustração. Transforme frustração em frustrando. Transforme amor em amando.
  • Outra maneira de encontrar nominalizações, é você imaginar um carrinho de supermercado e colocar a palavra dentro dele.
    Exemplo: Laranja você pode colocar dentro do carrinho de supermercado, porém, a palavra "paixão" não pode ser colocada dentro do carrinho por que ela não é um substantivo, é um verbo que sofreu uma nominalização. Tudo o que você conseguir colocar no carrinho é um objeto existente e tudo que não puder ser colocado é uma nominalização.

Leitura mental

  • Leitura mental ocorre quando uma pessoa pensa que a outra pode saber sua real intenção ou ler seus pensamentos.
  • Exemplo: "Eu sei o que você esta pensando a meu respeito".
  • Solução: "Sabe? Pode me dizer o que é?" ou "Como sabe? Eu te contei por acaso?" ou até "Se você sabe, por que não joga na loteria, com esses poderes de vidente você acertaria eles!".
  • Leitura mental é em sí uma pressuposição sobre o que as outras pessoas estão pensando.

Leitura mental invertida

  • Leitura mental invertida pressupõe que o outro deveria saber o que se passa na cabeça do falante.
  • Exemplo: "Se você realmente me amasse, saberia do que eu gosto" ou "Se você me ama-se, saberia que eu não gosto disso".
  • Solução: "Como eu poderia saber? O fato de eu te amar não me conceta aos seus pensamentos".

Causa e efeito

  • Causa e efeito é semelhante a equivalência complexa, porém ela diz sobre uma pessoa afirmar que uma causa externa fez alguma intervenção emocional nela.
  • Exemplo: "Ele me fez trai-lo com seu tom de voz estúpido!".
  • Solução: "Então ele possui esse poder sobre você? Basta usar o tom de voz que você faz algo?"

Causa e efeito invertida

  • Causa e efeito invertida é a pressuposição de que o falante possui o 'poder' de influenciar o estado emocional de outra pessoa.
  • Exemplo: "Eu fiz uma reza brava e imediatamente a pessoa caiu!" ou "Ela ficou se correndo por dentro por eu ir com esse vestido!".
  • Solução: "Então você tem o poder sobre a pessoa? Como se você tivesse um botão de liga e desliga sobre a ação da pessoa?" ou "Já que você tem esse poder todo, como será que até hoje você não fez a pessoa ser melhor com você?".

Pressuposição

  • A pressuposição está implícita, mas não abertamente afirmada pelo falante.
  • Exemplo: "Por que você não faz nada direito?" (Pressupõe que a pessoa não faz nada direito)
  • Solução: "Você pensa que sou incapaz de fazer algo direito?" ou "Você esta errado, aprendo muitas coisas, como saber identificar essa sua pressuposição" ou "Direito para quem? Você? Pois para mim dentro dos meus parâmetros esta certo."
  • Pressuposições são bastante usadas no nosso cotidiano. São usadas bastantes com perguntas, mas não apenas.
Agora o que fazer? Essas perguntas do metamodelo são para serem usadas, só devemos usar elas quando o cliente esta passando por momentos limitantes, sem opções, impondo limites e barreiras inexistentes sobre o seu comportamento.
Mas também é usado para expandir capacidades e melhorar o que já é bom.

O metamodelo usa o GED - Generalização, eliminação e distorção. Perceba que quando você esta generalizando, você esta eliminando informações, com isso, você distorce a informação real, logo, em todas as frases você esta usando todos os processos, a questão é: qual eu devo usar para qual fim produtivo?

Dicas de treino: Comece com as generalizações, mude elas em seu pensamento, conteste a si mesmo quando usar alguma generalização, faça isso durante uma semana até ficar habituado, depois na semana seguinte, treine consigo as eliminações e na seguinte as distorções.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

GED

GED

GED PNL

Nossa mente possui 3 processos inconscientes denominados GED:

  • Generalização
  • Eliminação
  • Distorção

Generalização

É quando modificamos uma experiência e levamos para o nosso mundo como algo geral, por exemplo, Conseguimos um novo cliente e logo pensamos: "Estou com vários clientes", ou então quando temos uma única discussão e pensamos "Essa pessoa sempre briga e eu nunca me dou bem com ninguém".
Podemos saber quando esse processo esta em ação quando a pessoa se comunica conosco usando palavras como: Sempre, nunca, jamais, não irá mudar, é, ser.
Ex: Ele sempre foi rude.

Eliminação

É quando eliminamos parte da experiência para podermos generalizar, pois, quando generalizamos, nós eliminamos certas partes da experiência, isso serve para podermos lembrar das coisas que determinamos importantes, já pensou quanta energia seria gasta se fossemos lembrar de todos detalhes apenas para saber uma informação? Por exemplo: "Roubaram o celular de fernanda". Quem roubou? No caso a pessoa esta eliminando alguém da experiência. Outro exemplo, "O mercado esta ruim", o mercado são pessoas atuando e agindo para conseguirem trocar serviços e produtos por dinheiro, o mercado não existe, o que existe são pessoas agindo.
Para se identificar eliminações, sempre são frases sem o sujeito.

Distorção

Distorção é quando a pessoa altera o significado de uma experiência, cria uma causa e consequência nela, liga experiências separadas ou liga pensamentos a uma experiência que não são ligadas, como exemplo:
"José não me ligou, josé não me ama", "Fernanda sai todo dia as 6:00, ela é uma grande trabalhadora", "Só tem sucesso quem se sacrifica".
Percebe a ligação de fatos que não tem ligações? Só por que josé não te ligou, o que tem haver com o fato dele te amar ou não? Você já deixou de ligar para alguem que ama e continuou a amando?
O que ser uma grande trabalhadora tem haver com sair cedo? Existem profissionais excelentes que saem tarde ou nem mesmo saem de casa? 
O que sacrifício tem haver com sucesso? Você já encontrou ou soube de alguém que teve sucesso sem sacrificio? 
Percebe como são distorcido os fatos? É ligado uma causa com uma consequência. 
A generalização e a eliminação podem ser colocados em distorção, pois, em todos há uma distorção da experiência real, mas para ser mais fácil para vocês leitores, foi criado os três.

Nossa mente possui esses 3 processos inconscientes, e todas as experiências são filtradas com esses processos, junto deles, nós como seres vivos, possuimos 3 restrições: NSI:

  • Restrições neurológicas
  • Restrições sociais
  • Restrições individuais

Restrições Neurológicas

Diz sobre nossa capacidade em perceber o ambiente e o que podemos fazer no mesmo. Não podemos ouvir determinadas frequências de som, não podemos ver espectros de luz, não podemos sentir determinadas alterações de temperatura, toque ou até mesmo texturas, assim como não conseguimos sentir todos cheiros que existem e todos sabores. Nossa idade também é um limite para certas atividades, como por exemplo o esporte.
Um cachorro sente 250mil vezes mais os cheiros do que nós, seu olfato é mais aguçado que o nosso, e não há como alterarmos isso.
Seres aquáticos ouvem e se comunicam com ondas sonoras que nossos ouvidos não são capazes de captar.
Não somos capazes de ver ondas de rádio, e somos limitados apenas as cores que conhecemos.

Restrições Sociais

São restrições de nossa cultura, cada país, cidade, região e casa tem a sua. Um exemplo, em uma casa com uma família evangélica terá recepçõe e maneiras diferentes de agir, permitindo e restringindo possibilidades diferentes para seus entes. Nós podemos e não podemos fazer certas atitudes, por exemplo: No Brasil não se tem parques de nudismo, alguém andar nú por um parque pode ser visto de maneira bem desagradável e criminosa, já em certos países isso é permitido e visto como normal. Restrições sociais é tudo aquilo que não podemos agir perante aonde estamos vivendo.

Restrições individuais

São restrições impostas a nós mesmos por nós mesmos. São as nossas limitações, os nossos pensamentos, as nossas crenças sobre o mundo e sobre nós. O que nós nos permitimos fazer e o que não nos permitimos fazer.

Todas técnicas de pnl ensinadas envolvem os processos de generalização, distorção e eliminação. 
Quando ancoramos uma pessoa, estamos distorcendo o tempo, e a experiência, estamos ligando um estimulo qualquer a uma sensação. Só pelo fato de você imaginar é uma distorção do tempo, pois, você esta revivendo uma experiência ou vivendo-a sem estar nela. Percebe como é importante saber o GED e as NSI?
Com isso você terá um grande aproveitamento sobre sí mesmo e sobre as técnicas aqui ensinadas.

O que é o metamodelo

O que é o metamodelo


Metamodelo é um conjunto de pressuposições e perguntas que nos guia por caminhos diferentes em nossos pensamentos. São perguntas que tem o objetivo de reestruturar o comportamento.

Para que serve o metamodelo?

Quando temos um pensamento e não saímos dele, quando não conseguimos alguma solução ou quando temos problemas guardados em nossas mentes cujo não conseguimos agir de outra maneira, usamos o metamodelo para alterar o caminho de nossos pensamentos automáticos. O metamodelo é usado para conseguir rever alguma situação, resolver ou melhorar o que já é bom. Além do metamodelo, podemos usar as técnicas de pnl para podermos efetuar mudanças em nosso comportamento.

Todas as técnicas e princípios da pnl foram feitas a partir do metamodelo.
Atualmente existem 2 livros sobre o metamodelo:
  • A estrutura da Magia Volume 1
  • A estrutura da Magia Volume 2 (indisponível em nosso idioma)
Além de problemas, o metamodelo também serve para nos ajudar a encontrar mais soluções e melhorias, não é preciso ter problemas para usá-lo. O metamodelo também serve para tornar o 'bom' melhor ainda.

Use o metamodelo em seus diálogos internos

Uma ótima e excelente prática, é você usar o metamodelo em seus próprios pensamentos, assim você além de praticar o mesmo, acaba melhorando suas opções de escolha.
Falar em "opções de escolha" pode soar algo muito metafórico. Para você entender imagine o que você quer mas ainda não conseguiu, esse caminho que você ainda não realizou esta sendo impedido por alguma coisa, seja externa, seja interna (comportamental). Então você esta se limitando perante as escolhas. O metamodelo serve para isso, para expandir escolhas e isso é: substituir crenças destrutivas, trocar comportamentos improdutivos e melhorar o que desejar.
Dicas para o uso:
  • Não use ele em todas conversas e em todas pessoas, sempre pense no seu objetivo no momento e use-o apenas para alcança-lo.
  • Use o metamodelo em você sempre que estiver se limitadando.
  • Use o metamodelo para ajudar as pessoas a se sentirem bem consigo mesmas.
Para compreender o metamodelo, é necessário você saber 3 processos que a nossa mente faz:
O metamodelo vêm da gramática transformacional e sua base são os três processos universais do cérebro, as GED. Ele serve para identificarmos esses processos e altera-los em nossa experiência para expandir o nosso modelo de mundo. Conheça as perguntas do metamodelo.